Divulgação de lançamentos de novos empreendimentos imobiliários e dicas úteis para quem procura e compra.
sábado, 27 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
CONSUMIDOR É INDENIZADO POR ATRASOS EM OBRAS
CONSUMIDOR É INDENIZADO POR ATRASO EM OBRAS
As condenações por demora na entrega de imóveis
estão pesando no bolso das construtoras. Nas decisões, a Justiça tem
determinado desde o pagamento de multa - a mesma aplicada em caso de
inadimplência do consumidor -, aluguéis e danos morais a até mesmo gastos com
advogado. Em São José dos Campos (SP), o juiz Luís Mauricio Sodré de Oliveira,
da 3ª Vara Cível, condenou a Bueno Netto Construções a pagar, além dos
honorários de sucumbência de 10% sobre o valor da causa, R$ 10 mil para cobrir
custos com advogados.
A ação foi proposta por um casal que adquiriu um
apartamento na planta da Bueno Netto. A previsão de entrega era janeiro de
2011, mas o imóvel só foi liberado aos consumidores em junho de 2012. De acordo
com o processo, a construtora atribuiu o atraso ao aquecimento do mercado
imobiliário e à demora do poder público em expedir o habite-se, documento
necessário para a entrega do bem.
Além de ter que ressarcir os gastos com advogados, a Bueno Netto foi condenada a pagar multa de 2% sobre o valor do contrato pelo atraso. Por meio de nota, a construtora informou que "o prédio está entregue e já valorizou mais de 50% desde o lançamento". Mesmo assim, acrescenta, "alguns clientes optaram por ingressar com medidas judiciais alegando perda financeira em função do atraso da obra". Algumas ações, porém, foram julgadas improcedentes, segundo a empresa.
O advogado dos consumidores, Lincoln Estevam, do Kikko & Jacques de Moraes Advogados Associados, diz que baseou o pedido de pagamento dos gastos com advogado no artigo 389 do Código Civil. A norma determina que o devedor responde "por perdas e danos, mais juros e atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, e honorários de advogado".
Para o advogado Fernando Marcondes, do L. O. Baptista, Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira, Agel, a iniciativa, caso seja adotada por outros magistrados, poderá gerar fraudes. "Abre espaço para algo que é difícil de controlar. Em último caso, uma parte vai ter que pedir uma perícia na conta do advogado", diz.
Em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), um casal obteve o direito a uma indenização de R$ 200 mil. O apartamento custou R$ 890 mil. De acordo com o advogado dos consumidores, Fernando Neves Curty, do Curty Advocacia e Consultoria, o prazo para a entrega do imóvel, construído pela Even, seria junho de 2010, mas dois anos depois eles ainda não tinham recebido as chaves. "A construtora alegou que o atraso ocorreu por falta de material e mão de obra. Mas se a empresa quer construir empreendimentos, tem que se programar", afirma Curty.
Além de ter que ressarcir os gastos com advogados, a Bueno Netto foi condenada a pagar multa de 2% sobre o valor do contrato pelo atraso. Por meio de nota, a construtora informou que "o prédio está entregue e já valorizou mais de 50% desde o lançamento". Mesmo assim, acrescenta, "alguns clientes optaram por ingressar com medidas judiciais alegando perda financeira em função do atraso da obra". Algumas ações, porém, foram julgadas improcedentes, segundo a empresa.
O advogado dos consumidores, Lincoln Estevam, do Kikko & Jacques de Moraes Advogados Associados, diz que baseou o pedido de pagamento dos gastos com advogado no artigo 389 do Código Civil. A norma determina que o devedor responde "por perdas e danos, mais juros e atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, e honorários de advogado".
Para o advogado Fernando Marcondes, do L. O. Baptista, Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira, Agel, a iniciativa, caso seja adotada por outros magistrados, poderá gerar fraudes. "Abre espaço para algo que é difícil de controlar. Em último caso, uma parte vai ter que pedir uma perícia na conta do advogado", diz.
Em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), um casal obteve o direito a uma indenização de R$ 200 mil. O apartamento custou R$ 890 mil. De acordo com o advogado dos consumidores, Fernando Neves Curty, do Curty Advocacia e Consultoria, o prazo para a entrega do imóvel, construído pela Even, seria junho de 2010, mas dois anos depois eles ainda não tinham recebido as chaves. "A construtora alegou que o atraso ocorreu por falta de material e mão de obra. Mas se a empresa quer construir empreendimentos, tem que se programar", afirma Curty.
Na decisão da 16ª Vara Cível de Belo Horizonte,
a Even Construtora foi condenada a pagar gastos com aluguel, danos morais de R$
14 mil e multa moratória, apesar de o contrato não prever nenhuma punição em
caso de atraso na entrega. O juiz, de acordo com Curty, utilizou como base a
multa de 2% sobre o valor do imóvel para o caso de inadimplência por parte do
consumidor.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Even Construtora informou que recorreu da sentença.
Entre 2008 e 2012, o número de ações contra construtoras e incorporadoras cresceu consideravelmente na Grande São Paulo e Baixada Santista, de acordo pesquisa realizada pelo escritório Tapai Advogados. Saltou de 150 processos, em 2008, para 2.527 em 2012. Segundo o advogado Marcelo Tapai, a maioria dos processos foi ajuizada por atraso na entrega das obras.
O advogado defende um casal que conseguiu, na Justiça paulista, a suspensão de juros e multa de mora sobre atraso no pagamento de parcelas de um imóvel comprado na planta. A Construtora Tecnisa atrasou a entrega por não ter o habite-se. Sem o documento, o casal não conseguiu fazer o financiamento do imóvel e recebeu uma cobrança de multa e juros pelo atraso. "Mesmo que o consumidor tenha pré-aprovação do crédito bancário, ele não consegue o financiamento enquanto a construtora não obtiver o habite-se", diz Tapai.
Por meio de sua assessoria, a Construtora Tecnisa informou que não comentará o caso.
Atrasos na entrega de imóveis também têm levado à desistência de negócios. Atualmente, há grande número de processos de consumidores paulistas sobre a questão. Por causa das ações, o Tribunal de Justiça (TJ-SP) editou três súmulas sobre o assunto. Nesses casos, as multas cobradas pelas construtoras e incorporadoras têm sido consideradas abusivas, assim como a devolução da quantia paga em parcelas intermináveis.
Uma dessas súmulas determina que o comprador do imóvel, mesmo inadimplente, pode pedir a rescisão do contrato e reaver as quantias pagas. O tribunal só admite o desconto de gastos com administração e propaganda, e do valor correspondente ao aluguel do bem, caso o imóvel tenha sido ocupado pelo comprador. Outra súmula impõe que a devolução das quantias pagas deva ser feita de uma só vez. A terceira súmula deixa claro que, após devolver em juízo o que foi pago pelo comprador, a construtora ou incorporadora não pode pedir qualquer indenização do consumidor no mesmo processo.
Bárbara Mengardo - De São Paulo
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Even Construtora informou que recorreu da sentença.
Entre 2008 e 2012, o número de ações contra construtoras e incorporadoras cresceu consideravelmente na Grande São Paulo e Baixada Santista, de acordo pesquisa realizada pelo escritório Tapai Advogados. Saltou de 150 processos, em 2008, para 2.527 em 2012. Segundo o advogado Marcelo Tapai, a maioria dos processos foi ajuizada por atraso na entrega das obras.
O advogado defende um casal que conseguiu, na Justiça paulista, a suspensão de juros e multa de mora sobre atraso no pagamento de parcelas de um imóvel comprado na planta. A Construtora Tecnisa atrasou a entrega por não ter o habite-se. Sem o documento, o casal não conseguiu fazer o financiamento do imóvel e recebeu uma cobrança de multa e juros pelo atraso. "Mesmo que o consumidor tenha pré-aprovação do crédito bancário, ele não consegue o financiamento enquanto a construtora não obtiver o habite-se", diz Tapai.
Por meio de sua assessoria, a Construtora Tecnisa informou que não comentará o caso.
Atrasos na entrega de imóveis também têm levado à desistência de negócios. Atualmente, há grande número de processos de consumidores paulistas sobre a questão. Por causa das ações, o Tribunal de Justiça (TJ-SP) editou três súmulas sobre o assunto. Nesses casos, as multas cobradas pelas construtoras e incorporadoras têm sido consideradas abusivas, assim como a devolução da quantia paga em parcelas intermináveis.
Uma dessas súmulas determina que o comprador do imóvel, mesmo inadimplente, pode pedir a rescisão do contrato e reaver as quantias pagas. O tribunal só admite o desconto de gastos com administração e propaganda, e do valor correspondente ao aluguel do bem, caso o imóvel tenha sido ocupado pelo comprador. Outra súmula impõe que a devolução das quantias pagas deva ser feita de uma só vez. A terceira súmula deixa claro que, após devolver em juízo o que foi pago pelo comprador, a construtora ou incorporadora não pode pedir qualquer indenização do consumidor no mesmo processo.
Bárbara Mengardo - De São Paulo
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Redução na Taxa de Juros Bancários
REDUÇÃO NA TAXA DE JUROS BANCÁRIOS
O Banco do Brasil informou nesta quarta-feira que criou duas linhas para aquisição de imóvel com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o banco, a linha BB Crédito Imobiliário Aquisição PF FGTS permite a compra de imóveis novos e usados até R$ 190 mil e não é preciso ter conta vinculada do FGTS. Já a Pró-Cotista é para clientes que possuem conta ativa no FGTS com um mínimo de 36 contribuições.
De acordo com o banco, a linha Aquisição PF FGTS oferece subsídios para o valor financiado e as taxas cobradas, conforme a renda familiar do comprador, a localização do imóvel e a condição do mesmo (se for novo ou usado). O financiamento máximo é de 90% do valor do imóvel em até 360 meses. É possível incluir no financiamento despesas com cartório e o pagamento do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). "Em caso de mutuários com renda bruta familiar de até R$ 3.275, a taxa de administração do contrato será paga pelo FGTS", diz o BB. A taxa de juros inicial é de 5% ao ano; o valor máximo não foi informado pela instituição.
Já a linha Pró-cotista permite financiamentos de até R$ 450 mil em, no máximo, 360 meses e também conta com a possibilidade de inclusão dos valores de despesas cartorárias e do ITBI. Não há limite máximo de renda familiar. A taxa de juros vai de 7,9% ao ano a 8,9% ao ano. Pagar a conta em dia e manter conta salário com a instituição poderão dar redução na taxa de juros
segunda-feira, 8 de abril de 2013
O projeto já conta com a certificação AQUA - Alta Qualidade Ambiental, a mais importante certificação ambiental do mundo o que valoriza ainda mais os seus imóveis além de gerar um valor menor de condomínio, economia de energia e de água e menor custo de manutenção e será entregue com infra estrutura para coleta seletiva de lixo.
Localizado no Bairro do Cupece - SP, com acesso facilitado para as principais vias da zona sul mas no seu trecho mais tranquilo. Distante 4 minutos da Av Washington Luiz, 8 minutos da Av Vereador José Diniz, 10 minutos da Av. Berrini, 11 minutos da Marginal Pinheiros, a 2 km da futura estação de Metro Babilônia da Linha Ouro do monotrilho, próximo ao Morumbi Shopping e Market Place com o Parque do Nabuco ao lado do empreendimento. Conta ainda, ao seu redor com as principais redes de supermercados, Bancos e Escolas.
O futuro empreendimento vive seu momento de pré-lançamento com preços e condições super especiais, venha conhecer, basta agendar um horário comigo ABDUL fone (11) 973-473-570 e faça parte você também da nova família Verdi Spazio.
sábado, 23 de março de 2013
Rodapé, Rodateto e Rodameio
Rodameio ou Faixa: É uma espécie de enfeite que é muito utilizado em diversas opções de decorações. Geralmente é utilizado nas paredes de algum ambiente para proporcionar um efeito decorativo, como por exemplo, divisão de cores, tipos de revestimento, direções de acabamento, etc.
ABDUL
Lopes - CRECI: 77671
(11)97347-3570
abdul@corretorlopes.com.br
Facebook e Site Lopes

sábado, 16 de março de 2013
DEFICT HABITACIONAL E BÔNUS DEMOGRÁFICO
DEFICIT HABITACIONAL
E
BÔNUS DEMOGRÁFICO AJUDARÃO SETOR

CRÉDITO EM ALTA ALIMENTA A DEMANDA IMOBILIÁRIA
[Valor Econômico - SP - pág: D1 e D2 - 27/02/2013]
O futuro do mercado imobiliário ainda divide opiniões de especialistas. O único consenso parece ser em relação ao temido estouro de uma bolha no setor, que ficou mesmo no terreno da especulação. O valor do metro quadrado, no entanto, pode continuar aonde está. As respostas para essa resistência dos preços em patamares elevados vêm tanto de variáveis financeiras quanto demográficas.
Segundo especialistas, o cenário atual se mantém favorável à demanda: crédito amigável e em crescimento, juros baixos, emprego em alta, aumento real da renda e uma nova classe média emergente. A demanda habitacional segue firme também devido ao crescimento e mudança da população. De acordo com um estudo da Caixa Econômica Federal sobre o tema, feito no ano passado, a necessidade total de habitações no país permaneceu estável em torno de 9,3 milhões de unidades, de 2001 a 2009, embora a quantidade de domicílios tenha crescido 24,75% no período.
O relatório mostra que essa necessidade total de habitações, que na metodologia da Caixa inclui o déficit ou falta de moradias, os imóveis inadequados e o crescimento da procura devido à mudança das características e do tamanho da população, é alimentada pela demanda demográfica, que subiu 28,24% em dez anos. O salto de lançamentos e vendas de imóveis nos últimos anos tem sido suficiente apenas para suprir esse aumento orgânico, que evolui principalmente com o envelhecimento da população, segundo a pesquisa.
O presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes, afirma que, na capital paulista, há um crescimento natural da demanda em torno de 31 mil unidades por ano. "Hoje, após o ajuste feito pelas incorporadoras a partir de 2011, as curvas de lançamentos e de vendas se equalizaram." Segundo Bernardes, o setor vai retomar os lançamentos em 2013 - a entidade estima aumento de 10% na quantidade de empreendimentos novos - e "a demanda está aquecida e saudável".
Um levantamento realizado pelo Instituto Data Popular indica que 7,9 milhões de famílias da nova classe média - definida como aquelas com renda entre R$ 1,1 mil e R$ 3,8 mil - pretendem adquirir um imóvel nos próximos dois anos. Deste total, 80% querem financiar a moradia.
Esse desejo de compra aparece também em outro indicador do mercado. O Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI), calculado pela Lopes Inteligência de Mercado desde 2009, cresceu 8,3% em dezembro de 2012, para 134,5 pontos, comparado ao mesmo mês do ano anterior. "O resultado mostra um pico de otimismo das famílias em relação ao mercado imobiliário", explica a diretora da Lopes , Cristina Crisci. Dos 1.166 entrevistados pela pesquisa na região metropolitana de São Paulo, 81% afirmaram ter intenção alta ou média de comprar um apartamento, casa ou escritório atualmente.
A vontade de adquirir a casa própria ganha impulso pelo aumento real da renda, que subiu, em média, 43% em termos nominais de 2007 a 2011. Mas o grande incentivo para a forte intenção de compra se deve, principalmente, ao salto do crédito imobiliário. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de financiamentos do setor multiplicou-se quase por 28, de 2004 a 2012. Saiu de R$ 3 bilhões para R$ 82,8 bilhões. E em 2013, a entidade estima um crescimento de 15%, para R$ 95,2 bilhões.
Se a demanda por financiamento continua forte, as instituições financeiras têm interesse em manter o fluxo de empréstimos em alta. Para o diretor-executivo do Secovi-SP, Celso Petrucci, "o crédito imobiliário é um grande negócio para os bancos em função da baixa inadimplência, das garantias e da procura".
Na ponta do consumo, a percepção é a mesma. A financeira CrediPronto vê uma mudança radical no perfil do comprador com a maior facilidade de conseguir crédito. "Quando a gente começou a operar, em 2008, muitas imobiliárias tinham 85% das transações feitas à vista. Hoje a maioria chega a fazer mais de 70% de vendas financiadas. Todos os bancos operam com taxas de um dígito", afirma Bruno Gama, diretor de operações.
O futuro do mercado imobiliário ainda divide opiniões de especialistas. O único consenso parece ser em relação ao temido estouro de uma bolha no setor, que ficou mesmo no terreno da especulação. O valor do metro quadrado, no entanto, pode continuar aonde está. As respostas para essa resistência dos preços em patamares elevados vêm tanto de variáveis financeiras quanto demográficas.
Segundo especialistas, o cenário atual se mantém favorável à demanda: crédito amigável e em crescimento, juros baixos, emprego em alta, aumento real da renda e uma nova classe média emergente. A demanda habitacional segue firme também devido ao crescimento e mudança da população. De acordo com um estudo da Caixa Econômica Federal sobre o tema, feito no ano passado, a necessidade total de habitações no país permaneceu estável em torno de 9,3 milhões de unidades, de 2001 a 2009, embora a quantidade de domicílios tenha crescido 24,75% no período.
O relatório mostra que essa necessidade total de habitações, que na metodologia da Caixa inclui o déficit ou falta de moradias, os imóveis inadequados e o crescimento da procura devido à mudança das características e do tamanho da população, é alimentada pela demanda demográfica, que subiu 28,24% em dez anos. O salto de lançamentos e vendas de imóveis nos últimos anos tem sido suficiente apenas para suprir esse aumento orgânico, que evolui principalmente com o envelhecimento da população, segundo a pesquisa.
O presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes, afirma que, na capital paulista, há um crescimento natural da demanda em torno de 31 mil unidades por ano. "Hoje, após o ajuste feito pelas incorporadoras a partir de 2011, as curvas de lançamentos e de vendas se equalizaram." Segundo Bernardes, o setor vai retomar os lançamentos em 2013 - a entidade estima aumento de 10% na quantidade de empreendimentos novos - e "a demanda está aquecida e saudável".
Um levantamento realizado pelo Instituto Data Popular indica que 7,9 milhões de famílias da nova classe média - definida como aquelas com renda entre R$ 1,1 mil e R$ 3,8 mil - pretendem adquirir um imóvel nos próximos dois anos. Deste total, 80% querem financiar a moradia.
Esse desejo de compra aparece também em outro indicador do mercado. O Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI), calculado pela Lopes Inteligência de Mercado desde 2009, cresceu 8,3% em dezembro de 2012, para 134,5 pontos, comparado ao mesmo mês do ano anterior. "O resultado mostra um pico de otimismo das famílias em relação ao mercado imobiliário", explica a diretora da Lopes , Cristina Crisci. Dos 1.166 entrevistados pela pesquisa na região metropolitana de São Paulo, 81% afirmaram ter intenção alta ou média de comprar um apartamento, casa ou escritório atualmente.
A vontade de adquirir a casa própria ganha impulso pelo aumento real da renda, que subiu, em média, 43% em termos nominais de 2007 a 2011. Mas o grande incentivo para a forte intenção de compra se deve, principalmente, ao salto do crédito imobiliário. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de financiamentos do setor multiplicou-se quase por 28, de 2004 a 2012. Saiu de R$ 3 bilhões para R$ 82,8 bilhões. E em 2013, a entidade estima um crescimento de 15%, para R$ 95,2 bilhões.
Se a demanda por financiamento continua forte, as instituições financeiras têm interesse em manter o fluxo de empréstimos em alta. Para o diretor-executivo do Secovi-SP, Celso Petrucci, "o crédito imobiliário é um grande negócio para os bancos em função da baixa inadimplência, das garantias e da procura".
Na ponta do consumo, a percepção é a mesma. A financeira CrediPronto vê uma mudança radical no perfil do comprador com a maior facilidade de conseguir crédito. "Quando a gente começou a operar, em 2008, muitas imobiliárias tinham 85% das transações feitas à vista. Hoje a maioria chega a fazer mais de 70% de vendas financiadas. Todos os bancos operam com taxas de um dígito", afirma Bruno Gama, diretor de operações.
[Valor Econômico - SP - pág: D1 e D2 - 27/02/2013]
DEFICIT HABITACIONAL
A falta de moradias por todo o País e a oferta de crédito nos próximos anos ainda vão criar espaço para os lançamentos imobiliários no futuro." Temos ainda um déficit habitacional de por volta de 7 milhões de unidades,a maioria para a baixa renda", diz o vice presidente de assuntos legislativos e urbanismo metropolitano do Secovi-SP, Ricardo Yazbek, lembrando de que oito em cada dez brasileiros moram em regiões com perfil urbano.
Por parte do financiamento, as notícias são promissoras porque os bancos, antes desconfiados dos mutuários, agora veem os empréstimos como oportunidades de fidelização dos clientes por um longo prazo, segundo o diz o presidente da Abecip ,Octavio de Lazari Junior:" Hoje,o crédito imobiliário é a principal noiva do mercado".
O executivo ressalta que a poupança terá recursos para este fim até, pelo menos, meados de 2015. Sem contar as outras aplicações com lastro imobiliário, como os fundos do mercado financeiro. Para o diretor de marketing da incorporadora Rossi, Marcelo Dadian, essa manutenção do oferecimento de crédito garantirá a demanda do setor. "O mercado imobiliário precisa disso. Imóveis. O executivo acredita ainda que as tendências da moda possa criar espaço para os lançamentos, beneficiando-seda procura dos consumidores por produtos mais novos e modernos: "É como o ‘carro do ano'".
A diretora de atendimento da Lopes, Mirella Parpinelli, enxerga no horizonte cidades mais integradas, como polos sustentáveis onde as pessoas poderão morar e trabalhar no mesmo lugar - esse é, aliás,o mote de comercialização dos atuais empreendimentos de ocupação mista. "Em São Paulo, vemos também cada vez mais o crescimento de novos empreendimentos em regiões próximas a estações do metrô.Isso é muito forte especialmente para o público jovem", explica. A previsão de Mirella dependa agora dos planos estratégicos de desenvolvimento urbano na cidade.
A capital iniciou este ano a revisão do seu plano diretor, de 2002. O bônus demográfico que o País vive atualmente, com o aumento da idade média da população brasileira, abrirá espaço para as empresas por, pelo menos, mais 15 anos, na opinião do vice-presidente da Fernandez Mera, Vinícius Leite. "Criou-se um ciclo muito positivo no Brasil e que vai continuar. Hoje, vivemos no pleno emprego e as pessoas estão estudando mais."
O executivo ressalta que a poupança terá recursos para este fim até, pelo menos, meados de 2015. Sem contar as outras aplicações com lastro imobiliário, como os fundos do mercado financeiro. Para o diretor de marketing da incorporadora Rossi, Marcelo Dadian, essa manutenção do oferecimento de crédito garantirá a demanda do setor. "O mercado imobiliário precisa disso. Imóveis. O executivo acredita ainda que as tendências da moda possa criar espaço para os lançamentos, beneficiando-seda procura dos consumidores por produtos mais novos e modernos: "É como o ‘carro do ano'".
A diretora de atendimento da Lopes, Mirella Parpinelli, enxerga no horizonte cidades mais integradas, como polos sustentáveis onde as pessoas poderão morar e trabalhar no mesmo lugar - esse é, aliás,o mote de comercialização dos atuais empreendimentos de ocupação mista. "Em São Paulo, vemos também cada vez mais o crescimento de novos empreendimentos em regiões próximas a estações do metrô.Isso é muito forte especialmente para o público jovem", explica. A previsão de Mirella dependa agora dos planos estratégicos de desenvolvimento urbano na cidade.
A capital iniciou este ano a revisão do seu plano diretor, de 2002. O bônus demográfico que o País vive atualmente, com o aumento da idade média da população brasileira, abrirá espaço para as empresas por, pelo menos, mais 15 anos, na opinião do vice-presidente da Fernandez Mera, Vinícius Leite. "Criou-se um ciclo muito positivo no Brasil e que vai continuar. Hoje, vivemos no pleno emprego e as pessoas estão estudando mais."
[O Estado de S. Paulo - SP - Imóveis 1 - pág: 5 - 10/03/2013]
ABDUL
CRECI 77671
(+55-11)9-7347-3570
Valorize o meu trabalho, agende previamente uma visita, e ao chegar á recepção, não se esqueça de mencionar que,
já esta recebendo atendimento do Consultor ABDUL da Lopes Consultoria de Imóveis, pois, isto é de extrema importância para mim,
assim poderei dar continuidade ao atendimento iniciado, com todo o profissionalismo e dedicação.
domingo, 3 de março de 2013
Tabeira, Tozeto e Ladrilho hidráulico
Tabeira, Tozeto e Ladrilho hidráulico
Tabeira
É o nome dado ao tipo de moldura que guarnece os pisos e assoalhos. Ela pode ser utilizada em todos os ambientes de uma casa. Geralmente ela é feita com o mesmo material empregado no piso mudando apenas a cor ou a direção de colocação. Pode-se ainda unir pisos de materiais diferentes, como o exemplo: piso de madeira com a tabeira de marmore branco.
Tozeto
Também é um elemento decorativo na paginação dos pisos de pedra e cerâmica, sendo instalado no vértice de quatro peças. Seus materiais podem variar muito, de acordo com a opção escolhida, geraldmente para este tipo de acabamento é colocado com granito, madeira, porcelanato, cerâmica ou ladrilhos hidráulicos.
Ladrilhos hidráulicos
São um clássico na arquitetura de interiores. Essas peças são aqueles quadrados coloridos que lembram azulejos portugueses e compõem desenhos em pisos e paredes.
Com o surgimento da cerâmica industrializada, na década de 60, o ladrilho passou a repousar no esquecimento. O revestimento emergente trazia ares de modernidade às casas, além de vantagens, com relação a acabamento e manutenção.
Como no passado, hoje os ladrilhos hidráulicos são feitos artesanalmente. Apenas poucos homens trabalham na sua fabricação, geralmente com mais de 40 anos, herdeiros da técnica transmitida pelos seus antecedentes.
O trabalho se inicia com a escolha de um molde de ferro, onde serão depositadas manualmente as porções de tinta, uma camada de cimento seco e outra de argamassa de concreto. O resto lembra o oficio de uma quituteria: desenformar, deixar repousando, imergir em água (daí o hidráulico), dispor em um armário para curtir. São 20 dias para que as peças estejam prontas para a venda.
Clique no link abaixo e veja com o é a produção do ladrilho hidráulico.
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