segunda-feira, 8 de abril de 2013

 
 
Em um terreno de 5.000 m2 será construído um novo empreendimento que contará com 2 torres de apartamentos de 64 e 69 m2 - 2 ou 3 dormitórios com 1 vaga de garagem. Um projeto diferenciado que contará com ampla área de lazer, inclusive com piscina, e ainda terá o máximo de segurança pois será erguido sobre 3 sobre solos o que fará com que o térreo das torres fique a mais de 7 metros de altura em relação à rua além das torres estarem situadas a quase 40 metros da calçada e com todos os recuos muito generosos.

O projeto já conta com a certificação AQUA - Alta Qualidade Ambiental, a mais importante certificação ambiental do mundo o que valoriza ainda mais os seus imóveis além de gerar um valor menor de condomínio, economia de energia e de água e menor custo de manutenção e será entregue com infra estrutura para coleta seletiva de lixo.

Localizado no Bairro do Cupece - SP, com acesso facilitado para as principais vias da zona sul mas no seu trecho mais tranquilo. Distante 4 minutos da Av Washington Luiz, 8 minutos da Av Vereador José Diniz, 10 minutos da Av. Berrini, 11 minutos da Marginal Pinheiros, a 2 km  da futura estação de Metro Babilônia da Linha Ouro do monotrilho, próximo ao Morumbi Shopping e Market Place com o Parque do Nabuco ao lado do empreendimento. Conta ainda, ao seu redor com as principais redes de supermercados, Bancos e Escolas.

O futuro empreendimento vive seu momento de pré-lançamento com preços e condições super especiais, venha conhecer, basta agendar um horário comigo ABDUL fone (11) 973-473-570 e faça parte você também da nova família Verdi Spazio.

 
 
 
 
 

 

 

sábado, 23 de março de 2013

Rodapé, Rodateto e Rodameio





Rodameio ou Faixa: É uma espécie de enfeite que é muito utilizado em diversas opções de decorações. Geralmente é utilizado nas paredes de algum ambiente para proporcionar um efeito decorativo, como por exemplo, divisão de cores, tipos de revestimento, direções de acabamento, etc.




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sábado, 16 de março de 2013

DEFICT HABITACIONAL E BÔNUS DEMOGRÁFICO

DEFICIT HABITACIONAL 

BÔNUS DEMOGRÁFICO AJUDARÃO SETOR


Parcerias

CRÉDITO EM ALTA ALIMENTA A DEMANDA IMOBILIÁRIA

[Valor Econômico - SP - pág: D1 e D2 - 27/02/2013]


O futuro do mercado imobiliário ainda divide opiniões de especialistas. O único consenso parece ser em relação ao temido estouro de uma bolha no setor, que ficou mesmo no terreno da especulação. O valor do metro quadrado, no entanto, pode continuar aonde está. As respostas para essa resistência dos preços em patamares elevados vêm tanto de variáveis financeiras quanto demográficas.

Segundo especialistas, o cenário atual se mantém favorável à demanda: crédito amigável e em crescimento, juros baixos, emprego em alta, aumento real da renda e uma nova classe média emergente. A demanda habitacional segue firme também devido ao crescimento e mudança da população. De acordo com um estudo da Caixa Econômica Federal sobre o tema, feito no ano passado, a necessidade total de habitações no país permaneceu estável em torno de 9,3 milhões de unidades, de 2001 a 2009, embora a quantidade de domicílios tenha crescido 24,75% no período.

O relatório mostra que essa necessidade total de habitações, que na metodologia da Caixa inclui o déficit ou falta de moradias, os imóveis inadequados e o crescimento da procura devido à mudança das características e do tamanho da população, é alimentada pela demanda demográfica, que subiu 28,24% em dez anos. O salto de lançamentos e vendas de imóveis nos últimos anos tem sido suficiente apenas para suprir esse aumento orgânico, que evolui principalmente com o envelhecimento da população, segundo a pesquisa.

O presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes, afirma que, na capital paulista, há um crescimento natural da demanda em torno de 31 mil unidades por ano. "Hoje, após o ajuste feito pelas incorporadoras a partir de 2011, as curvas de lançamentos e de vendas se equalizaram." Segundo Bernardes, o setor vai retomar os lançamentos em 2013 - a entidade estima aumento de 10% na quantidade de empreendimentos novos - e "a demanda está aquecida e saudável".

Um levantamento realizado pelo Instituto Data Popular indica que 7,9 milhões de famílias da nova classe média - definida como aquelas com renda entre R$ 1,1 mil e R$ 3,8 mil - pretendem adquirir um imóvel nos próximos dois anos. Deste total, 80% querem financiar a moradia.

Esse desejo de compra aparece também em outro indicador do mercado. O Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI), calculado pela Lopes Inteligência de Mercado desde 2009, cresceu 8,3% em dezembro de 2012, para 134,5 pontos, comparado ao mesmo mês do ano anterior. "O resultado mostra um pico de otimismo das famílias em relação ao mercado imobiliário", explica a diretora da Lopes , Cristina Crisci. Dos 1.166 entrevistados pela pesquisa na região metropolitana de São Paulo, 81% afirmaram ter intenção alta ou média de comprar um apartamento, casa ou escritório atualmente.

A vontade de adquirir a casa própria ganha impulso pelo aumento real da renda, que subiu, em média, 43% em termos nominais de 2007 a 2011. Mas o grande incentivo para a forte intenção de compra se deve, principalmente, ao salto do crédito imobiliário. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de financiamentos do setor multiplicou-se quase por 28, de 2004 a 2012. Saiu de R$ 3 bilhões para R$ 82,8 bilhões. E em 2013, a entidade estima um crescimento de 15%, para R$ 95,2 bilhões.

Se a demanda por financiamento continua forte, as instituições financeiras têm interesse em manter o fluxo de empréstimos em alta. Para o diretor-executivo do Secovi-SP, Celso Petrucci, "o crédito imobiliário é um grande negócio para os bancos em função da baixa inadimplência, das garantias e da procura".

Na ponta do consumo, a percepção é a mesma. A financeira CrediPronto vê uma mudança radical no perfil do comprador com a maior facilidade de conseguir crédito. "Quando a gente começou a operar, em 2008, muitas imobiliárias tinham 85% das transações feitas à vista. Hoje a maioria chega a fazer mais de 70% de vendas financiadas. Todos os bancos operam com taxas de um dígito", afirma Bruno Gama, diretor de operações.
[Valor Econômico - SP - pág: D1 e D2 - 27/02/2013]

DEFICIT HABITACIONAL

A falta de moradias por todo o País e a oferta de crédito nos próximos anos ainda vão criar espaço para os lançamentos imobiliários no futuro." Temos ainda um déficit habitacional de por volta de 7 milhões de unidades,a maioria para a baixa renda", diz o vice presidente de assuntos legislativos e urbanismo metropolitano do Secovi-SP, Ricardo Yazbek, lembrando de que oito em cada dez brasileiros moram em regiões com perfil urbano.

Por parte do financiamento, as notícias são promissoras porque os bancos, antes desconfiados dos mutuários, agora veem os empréstimos como oportunidades de fidelização dos clientes por um longo prazo, segundo o diz o presidente da Abecip ,Octavio de Lazari Junior:" Hoje,o crédito imobiliário é a principal noiva do mercado".

O executivo ressalta que a poupança terá recursos para este fim até, pelo menos, meados de 2015. Sem contar as outras aplicações com lastro imobiliário, como os fundos do mercado financeiro. Para o diretor de marketing da incorporadora Rossi, Marcelo Dadian, essa manutenção do oferecimento de crédito garantirá a demanda do setor. "O mercado imobiliário precisa disso. Imóveis. O executivo acredita ainda que as tendências da moda possa criar espaço para os lançamentos, beneficiando-seda procura dos consumidores por produtos mais novos e modernos: "É como o ‘carro do ano'".

A diretora de atendimento da Lopes, Mirella Parpinelli, enxerga no horizonte cidades mais integradas, como polos sustentáveis onde as pessoas poderão morar e trabalhar no mesmo lugar - esse é, aliás,o mote de comercialização dos atuais empreendimentos de ocupação mista. "Em São Paulo, vemos também cada vez mais o crescimento de novos empreendimentos em regiões próximas a estações do metrô.Isso é muito forte especialmente para o público jovem", explica. A previsão de Mirella dependa agora dos planos estratégicos de desenvolvimento urbano na cidade.

A capital iniciou este ano a revisão do seu plano diretor, de 2002. O bônus demográfico que o País vive atualmente, com o aumento da idade média da população brasileira, abrirá espaço para as empresas por, pelo menos, mais 15 anos, na opinião do vice-presidente da Fernandez Mera, Vinícius Leite. "Criou-se um ciclo muito positivo no Brasil e que vai continuar. Hoje, vivemos no pleno emprego e as pessoas estão estudando mais."
[O Estado de S. Paulo - SP - Imóveis 1 -  pág: 5 - 10/03/2013]



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já esta recebendo atendimento do Consultor ABDUL da Lopes Consultoria de Imóveis, pois, isto é de extrema importância para mim, 
assim poderei dar continuidade ao atendimento iniciado, com todo o profissionalismo e dedicação. 

domingo, 3 de março de 2013

Tabeira, Tozeto e Ladrilho hidráulico

 
 
 

Tabeira, Tozeto e Ladrilho hidráulico

Tabeira

É o nome dado ao tipo de moldura que guarnece os pisos e assoalhos. Ela pode ser utilizada em todos os ambientes de uma casa. Geralmente ela é feita com o mesmo material empregado no piso mudando apenas a cor ou a direção de colocação. Pode-se ainda unir pisos de materiais diferentes, como o exemplo: piso de madeira com a tabeira de marmore branco.
 
 

 Tozeto

Também é um elemento decorativo na paginação dos pisos de pedra e cerâmica, sendo instalado no vértice de quatro peças. Seus materiais podem variar muito, de acordo com a opção escolhida, geraldmente para este tipo de acabamento é colocado com granito, madeira, porcelanato, cerâmica ou ladrilhos hidráulicos.
 

Ladrilhos hidráulicos

São um clássico na arquitetura de interiores. Essas peças são aqueles quadrados coloridos que lembram azulejos portugueses e compõem desenhos em pisos e paredes.
Com o surgimento da cerâmica industrializada, na década de 60, o ladrilho passou a repousar no esquecimento. O revestimento emergente trazia ares de modernidade às casas, além de vantagens, com relação a acabamento e manutenção.
Como no passado, hoje os ladrilhos hidráulicos são feitos artesanalmente. Apenas poucos homens trabalham na sua fabricação, geralmente com mais de 40 anos, herdeiros da técnica transmitida pelos seus antecedentes.
 
O trabalho se inicia com a escolha de um molde de ferro, onde serão depositadas manualmente as porções de tinta, uma camada de cimento seco e outra de argamassa de concreto. O resto lembra o oficio de uma quituteria: desenformar, deixar repousando, imergir em água (daí o hidráulico), dispor em um armário para curtir. São 20 dias para que as peças estejam  prontas para a venda.
 
Clique no link abaixo e veja com o é a produção do ladrilho hidráulico.
 
 
 

 
 
 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Quer comprar a casa própria?


QUER COM PRAR A CASA PRÓPRIA?


Veja as Taxas de Juros de Crédito Imobiliário

A Caixa Econômica Federal - CEF, continua com  as menores cobranças, mas o cliente pode melhorar as condições do empréstimo em qualquer banco se for correntista antigo ou possuir investimentos.

A menor taxa de imóveis de mais de R$ 500 mil é de 8,8% ao ano + T.R.


Apesar do corte nas taxas de juros em diversas modalidades de crédito, feitos por bancos no país desde o meio do ano passado, a categoria habitacional ficou intocada em quase todos eles. Com exceção da Caixa Econômica Federal, que anunciou a queda dos juros imobiliários, de até 21%, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, HSBC e Santander ainda tratam com cautela esta questão.

De acordo com informações do Banco do Brasil,  a instituição está sempre estudando alternativas para melhorar as condições de Crédito Imobiliário, mas com as alterações na remuneração das poupanças, o assunto está em discussão, por enquanto.Hoje, entre as instituições citadas acima, o Banco do Brasil possui uma das melhores taxas de juros para o financiamento de imóveis, perdendo apenas para a Caixa.

Para alguém que quer comprar imóvel residencial, com custo inferior a R$ 500 mil, valor que se encaixa dentro do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), e pode dar uma entrada de cerct de 20% do total, a melhor taxa de juros possível do Banco do Brasil seria 8,4% ao ano mais a TR (Taxa Referencial). Se o imóvel custar mais de R$ 150 mil, o percentual chega a 10% ao ano. Já o Bradesco oferece taxa de 8,9%, para o mesmo perfil 10,5%,  enquanto os mesmos números do HSBC estão entre 9,5 e 10,75% ao ano nas condições semelhantes.

 

Imóvel de até R$ 500 mil

Banco do Brasil  > 8,4% +TR
Bradesco  >  8,9% + TR
HSBC  > 9,5% + TR
Itaú/Unibanco  >  11% + TR
Santander  >  11% + TR
Caixa  > 7,8% + TR

Os bancos Itaú e Santander trabalham com médias de taxas de 11% ao ano em geral. O Itaú ainda oferece um tipo de crédito cuja taxa começa em 11,5% ao ano e passa a ser 10,35% após 36 meses de financiamento. Lembrando que a TR deve ser somada a todas as taxas, como foi explicado no exemplo do Banco do Brasil.

Para esse mesmo valor de imóvel, a Caixa cortou as taxas de juros de 10% ao ano para até 7,8% + TR, dependendo do grau de relacionamento do cliente com o Banco. estes novos percentuais passaram a valer desde maio/12.

Imóvel de R$ 500 mil ou mais

Banco do Brasil > 11% +TR
Bradesco >  11% + TR
HSBC > 11% + TR
Itaú/Unibanco > 11% + TR
Santander > 11% + TR
Caixa > 8,8% + TR
 
Quando o perfil muda, alterando o valor do imóvel para mais de R$ 500 mil, as taxas também sobem, o Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Santander cobram juros de 11% + TR para financiamentos desse tipo. No HSBC é possível também encontrar uma outra linha, cujos juros chegam a 12,68% + TR, e o Itaú, assim como no perfil anterior, tem uma opção na qual os juros podem diminuir após 36 prestações.

Já a Caixa oferece juros de 8,8% + TR, taxa que antes da redução era de também de 11%.

Além do Banco do Brasil, o HSBC também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, estar estudando possíveis alterações nas taxas de juros para o futuro. Já o Bradesco, Itaú e Santander evitaram fazer qualquer tipo de previsão sob re os números.

Taxas variasm de acordo com o cliente.

Um ponto importante na hora de escolher seu crédito imobiliário é que cada banco negocia uma taxa de juros para um determinado tipo de cliente. Entre os itens que podem diminuir os juros de um financiamento estão:
> ser cliente e receber salário no banco;
> possuir investimento, títulos de capitalização  e realizar pagamentos no prazo na instituição;
> ter um a renda mais alta;
> buscar imóvel com valor mais baixo (R$ 150.000,00).

Os bancos também possuem uma cota máxima de comprometimento da renda do comprador para ser utilizado no pagamento das parcelas do crédito imobiliário. No geral, pode-se gastar cerca de 30% da renda líquida da pessoa ou do casal, o que significa que se o seu salário é R$ 5.000, apenas R$ 1.500 poderá ser revertido para pagamento das prestações. E o prazo máximo chega a 30 anos para quitar todo o valor.

Algumas instituições também oferecem taxas pós fixadas, que não variam conforme a TR. Pode-se optar por pagar sempre o mesmo percentual de juros, porém ele costuma ser mais alto do que a taxa pré-fixada, com parcelas atualizáveis, como os exemplos acima. No entanto, é melhor conversar com o gerente do banco para saber se esta é a melhor opção para o seu caso.
 

Tarifas extras

Mais um cuidado especial para quem está querendo  comprar um imóvel é verificar as outras taxas cobradas no financiamento, como os seguros, tarifas de avaliação e taxa de administração de contrato.
 
Os seguros MIP (Morte e Invalidez Permanente do usuário) e  DFI (Danos Físicos ao Imóvel), por exemplo, tem custos que podem variar de acordo com a seguradora, idade do comprador e valor do imóvel. Na Caixa, para um  imóvel de R$ 300 mil, o custo efetivo do seguro habitacional é de 4% ao ano. No Itaú, o percentual é de 3,8% ao ano em um imóvel de R$ 300 mil, para um comprador de 30 anos e renda de R$ 7.000,00. No HSBC, com a Allianz como seguradora, o mesmo número é de 2%, segundo simulação de crédito feito no site do banco.
 
A recomendação dos bancos caso a compra seja feita por um  casal, é informar a maior idade entre os conjuges.
 
As tarifas de avaliação dos bens recebidos em garantia também variam entre as instituições financeiras. No Bradesco ela custa R$ 800,00. No Banco do Brasil sobe para um total de RF$ 850,00. No Santander chega a R$ 990,00 e no Itaú a R$ 1.215,00.

Já a taxa de administração de contrato é de R$ 25,00 por mês na maioria dos bancos.
 
Portanto deve-se ficar sempre atento ao CET (Custo Efetivo Total) dos financiamentos, percentual que embute tarifas, seguro e outros custos envolvendo o crédito naquela determinada situação e banco.
 
Os interessados em saber valores dos juros, CET entre outras despesas para algum caso específico, podem fazer simulações de crédito nos sites dos bancos. Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú e Santander possuerm esta ferramenta on-line, permitindo que o comprador coloque sua idade, renda, valor do imóvel entre outras informações, e apresenta um cálculo básico sobre os gastos e prestações a serem pagas.
 
A Lopes Consultoria de Vendas possui uma parceira com o Itaú que se chama CREDIPRONTO, imóveis vendidos pela imobiliária e financiados através desta parceira tem aprovação e liberação mais rápida de recursos. Também é possível fazer uma simulação de crédito on-line através do link http://www.credipronto.com.br/financiamento/simulador-interativo.aspx.
 
 

 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Configuração do sistema elétrico subterrâneo

 
 

Conhecendo

a configuração de um sistema elétrico subterrâneo

As redes de transmissão elétrica subterrâneas, em compação às redes aéreas - que utilizam  os postes para passagem dos fios - tem vantagens estéticas, pois eliminam os fios suspensos, e técnicas, já que a linha ficam mais protegidas contra intempéries.
 
Na conversão de redes aéreas para subterrâneas, os eletrodutos e cabos elétricos podem ser enterrados em diversas configurações. Não há regulamentação do poder público quanto à forma de implantação e as próprias concessionárias seguem suas normas. Veja abaixo a configuração de um sistema de transmissão subterrâneo típico, segundo diretrizes da AES Eletropaulo.

1. Rede Primária

A rede primária conduz a corrente elétrica em maiores correntes de distribuição. Geralmente, está enterrada no primeiro terço da via. Os cabos elétricos passam por dentro de eletrodutos de polietileno de alta densidade (PEAD), de 5" a 6" de diâmetro, enterrados diretamente no solo,. Esses cabos são geralmente de alumínio, trifásicos e com isolamento. A tensão depende muito do local da rede. Antes de adotar o atual procedimento de enterrar os eletrodutos diretamente no solo, a AES Eletropaulo os envelopava em concreto. A principal razão para praticamente abandonar o envelopamento foi a rapidez de implantação: estima-se que o ganho em velocidade é de duas a três vezes. Os eletrodutos da rede primária são enterrados a 80 cm  da superfície, e procura-se manter 30 cm de distância da rede secundária e demais linhas de transmissão subterrânea.

2. Rede Secundária

Na rede secundária, as tensão já costumam vir bastante pelos transformadores. Os eletrodutos de cerca de 100 mm de diâmetro, ficam enterrados sob o passeio entre 40 e 60 cm de profundidade. Os cabos elétricos que percorrem os eletrodutos também são de alumínio e possuem total isolamento.

3. Câmaras para transformador e caixas de inspeção

Um sistema subterrâneo de transmissão elétrica, além dos eletrodutos também abriga câmaras para transformador e caixas de inspeção. Essas caixas, geralmente, monoblocos pré fabricados de concreto armado. Para o transformador, costumam ter 5 x 2,5 metros, com 4,5 metros de profundidade. Já os pontos de inspeção, tem, no geral, 4 x 2 metros e 3,5 metros de profundidade - a principal função destas caixas é fazer derivação da rede, emendas e conexões, além de poderem receber a instalação de equipamentos de menor porte da linha.
 

Método de escavação e passagem dos fios


Os eletrodutos podem ser enterrados por meio de escavação de valas ou por métodos não destrutivos, que reduzem as intervenções nas vias e danos aos solos, por exemplo. Antes que este tipo de trabalho é executado, sempre é realizado um estudo de viabilidade, que determina se o procedimento é possível ou não.

Tipo de sistema subterrâneo

Há vários tipos de sistema de distribuição elétrico subterrânea. O sistema secundário reticulado utiliza quatro alimentadores de média tensão - é um sistema antigo e, apesar de bastante confiável, tem custo, de implantação elevado e forma de operação complexa. O sistema primário seletivo opera de forma parecida com o reticulado secundário mas, no padrão da atual da AES Eletropaulo, utiliza apenas dois alimentadores - é um sistema muito usado em grandes empreendimentos como hospitais, shoppings e alguns condomínios. Em redes subterrâneas públicas em São Paulo, tem se utilizado o sistema radial com recursos - conhecido também como "anel aberto". Ele oferece boa confiabilidade e tem c usto de implantação menor e operação m ais simples que os dois primeiros.
 
Um bom exemplo que podemos notar, foi a revitalização da Rua Oscar Freire, ocorrido em 2006, onde todos os fios foram enterrados e resultou em uma paisagem muito mais agradável e com maior segurança das instalações.